VIDA | COMO EU PAREI COM A COCA-COLA

Uma Coca-Cola bem gelada sempre me foi irresistível, afinal abrir uma Coca é abrir a felicidade e quem não quer a felicidade?

Eu viva por uma Coca-Cola, enchia a boca para falar “refrigerante é Coca-Cola, o resto é lixo”, bebia basicamente água, Coca e álcool, além de acreditar que uma Coca gelada era o melhor acompanhamento para tudo.

Será que a felicidade está dentro de uma latinha com seu nome?

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Chegou um ponto que mesmo amando, idolatrando a Coca entendi que precisava eliminar isso da minha vida em prol da saúde.

Tentei diversas vezes, eu realmente queria me livrar dos industrializados deixar o corpo mais leve, mas foi somente quando tive consciência da manipulação – que eles chamam de marketing – que finalmente eliminei o refrigerante da minha vida.

Foi muito simples, não houve mais vontade, nem aquela necessidade de Coca-Cola, o sentimento de ser um fantoche para a indústria foi maior e eu simplesmente parai de tomar refrigerante.

Os lanches passaram a ser acompanhados por chá, água, suco natural e as vezes (quase nunca) por um suco de caixa. A enxaqueca diminuiu, as cistites acabaram e a consciência ficou mais limpa.

O que me fez mudar?

Foi o documentário “Muito Além do Peso” que abriu meus olhos. Produzido pela Maria Farinha Filmes, esse documentário traz histórias reais sobre a obesidade infantil e como a indústria alimentar se beneficia com isso.

É um alerta sobre como o marketing direcionado para as crianças é agressivo e direcionado para transformar fieis consumidores desde cedo.

Conhecendo um pouco sobre as técnicas de manipulação, me perguntei: eu gosto mesmo de refrigerante ou estou sendo condicionada para isso?

E você?

 

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